Geografia Poesia Fé

MUDAMOS DE ENDEREÇO!

MUDAMOS DE ENDEREÇO!
CLICA NA IMAGEM E CONFIRA!

Reflexões de Um Copo: Paredes e Maldições

Olho para as paredes e suas rachaduras me riem, estou só. A noite caiu como uma pluma, e foi levada pelos ventos das indecisões, os dias não são iguais e nunca mais serão.
Ando porta afora buscando longe de mim o que perdi dentro. Talvez no abismo do deserto abaixo da cordilheira mais próxima.
Talvez escrever tenha perdido todo o sentido para mim, afinal são só palavras. Talvez, tenha encontrado aquele momento, um momento sempre muito nosso, aquele momento de vivê-las.
É como uma abóbora rocha, se é que elas existem, mas isso não importa muito.
Agora somente vejo o meu desejo e nele a possibilidade de saciá-lo, mas e depois!? Certamente a morte. Talvez o tédio e mais além a morte... quem sabe outro desejo e mais tarde, morte.
Seria a morte a única certeza!?
Oh! Estás palavras e desejos vãos, até quando me atormentarão!?
O copo está a beira da mesa, mas ele não cairá!
A vertigem o chama, o chão clama por ele, mas o copo sabe que apesar dos frescores efêmeros e da intensa queda, ao tocar o chão, ele certamente morrerá! Como tantos outros copos rebeldes o bastante para se atirar e morrer. Passagueiro como um relâmpago que não cai duas vezes no mesmo lugar.
Oh sim, a todo copo lhe foi destinado ser formado e espatifado somente uma vez, pois todos os copos são pó e ao pó devem voltar.
Porque prosa se poesia e porque poesia se prossa? Todas coxas! Meras palavretas, reflexos de uma mente que tenta expressar gemidos inexprimíveis em letras, símbolos, simbologias, borboletas.

(Judson Malta)

CONTRIBUIÇÃO AO PLANEJAMENTO AMBIENTAL DA RPPN DO CAJU/SE USANDO O SISTEMA SiBCS.


Na década de 80, a Embrapa Tabuleiros Costeiros adquiriu a propriedade privada denominada “Fazenda Caju”, de 1032 ha, no município de Itaporanga D’Ajuda, Sergipe, para a implantação de um Campo Experimental e dar suporte às atividades de pesquisa, principalmente àquelas relacionadas à pecuária e à cultura do coqueiro. Na época, foram realizados estudos pedológicos que permitiram gerar o Mapa Detalhado de Solos da Fazenda Caju. Com a evolução das demandas de pesquisa da Embrapa, voltadas para o enfoque ecorregional, no âmbito das unidades de paisagem denominadas Tabuleiros Costeiros e Baixada Litorânea, uma área de 860 ha do Campo Experimental de Itaporanga (CEI) foi destinada à constituição da Reserva Ambiental do Caju, em fase de certificação pelo IBAMA como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). O levantamento detalhado de solos da Fazenda Caju foi produzido em 1982, de acordo com as diretrizes do primeiro esboço para o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS). A atualização da classificação de solos contribuirá para organizar os experimentos de campo, de forma sistematizada e hierárquica, visando à identificação das diferentes características da área e as suas potencialidades, bem como para o planejamento das atividades de exploração científico-educacional e recreativas previstas para a futura Unidade de Conservação. Com os dados de 1982, e sem investir em novos levantamentos e coleta de dados, foi possível atualizar o mapa de solos da Fazenda Caju até o 3° nível do SiBCS de 2006. O trabalho foi realizado utilizando os recursos do Sistema de Processamento de Informações Georreferenciadas, SPRING. e resultou na produção de um novo mapa de solos 1:10.000, contendo a nova nomenclatura das classes de solo. Os resultados percentuais do 1°Nível das novas classes de solo são: Neossolos(59%); Espodossolos(7%); Gleissolos(10%); Solos Indiscriminados de Mangue (24%).

Unção

 A pedra rejeitada será angular
O vale de ossos secos viverá
Cabelos como fogo
Olhos de águia

Na terra seca
Caiu a semente
Não adianta procurar
O vento sopra aonde quer

E então,
brotarão palavras de vida

Dobram-se joelhos numa nota melancólica
A muralha ríspida cairá por terra
Há uma semente de amor
Plantada no coração quente

È primavera e germina o broto
Nova estação.... há esperança!

***

Em estatura comprimento e graça cresce

Voz como orquestra de muitas águas
Cantando vida
Numa canção que diz:

“Desta planta farei óleo”

***

Escorre pelos cabelos
Corre pela minha face
O frescor da brisa das montanhas
Uma medida recalcada, sacudida e transbordante.
Eu acordo, onde estará?

(((Malta)))

AVOHAI


Talvez tenha agido mal....
Não desejava magoas
Vidas correm entre mãos
e eu não sei se devo segurar

A corroa de sonhos nos olhos da menina
Anuciavam a queda do rei
Os olhos no espelho ainda inchados de inseguranças
No peito, um nó de morte


O futuro é incerto
Quero que seja feliz
Me entenda

Agora o rios se separam...
Tomam rumos diferentes
Não sei se voltam a se encontrar
Algum dia, talvez
Numa foz distante

varrinha e abracadabras escondem-se. A cartola está vazia
ilusionismo
Uma realidade fadada a ser falsa, na verdade do desconhecido
Ergamos um altar ao deus Ego, e vejamos como agoniza
Eis que certamente padecerão: O mago, suas ilusões e seu deus
Num passe de mágica


achei o que perdi...
Mais uma vez... vou pagar para ver!


todos os carinhos e abraços
foram dados em dádiva!

(Malta)

Comentário:
Poesia mais que velha, acho que tem uns 2 ou 3 anos mais ou menos isso, eu peguei ela e dei uma melhorada.

A Epopéia da Escolha

Mudanças de caminhos
Futuros incandescentes
Em suaves carícias

Um toque na dor
Sarou outro poema
Convertendo céus e terra,
Princípio, meio e fim.
Em Você... Meu Você

Uma escolha...
Um sim e alguns nãos
Uma nova vida

E então... Carne de fogo

Dentro posso sentir
Toda dor se vai
Quando abro a boca
O âmago da existência

Há fogo....
Dor de sacrifício...
Sacrifício de Amor.

Dançando queima.
Corrente como água-viva
Pés que não tocam o chão
A dor se foi

Como brasa toca os lábios
Falam-se palavras que não entendo
Gemem-se ruídos inexprimíveis...
Tocam-se fatos e fontes

No meio de palavras estranhas
Versos em fogo
Prosa de misericórdia
Línguas em restauração.

Sonhei com este momento...

A revelação dos seus sonhos
Nos lábios, uma lágrima
Do coração, a nova canção
Da vida, uma opção
Uma escolha.